A pandemia e o mercado de Fusões e Aquisições – estagnação ou euforia?

A atividade de fusões e aquisições (M&A, utilizando a sigla inglesa), assim como outras operações de reestruturação empresarial, é claramente um produto do ambiente económico-financeiro que se vive num determinado momento.

No início de 2020, vários indicadores apontavam para um ano muito positivo para o mercado de M&A em Portugal, com a continuação da tendência crescente de concretização de negócios quer por parte de investidores estratégicos, quer por Private Equities. No entanto, numa realidade fortemente abalada pela pandemia do Covid-19, os negócios de M&A não escaparam aos efeitos provocados pela mesma. Contudo, ao contrário da última grande crise financeira, a recessão económica não teve na sua origem os mercados financeiros, pelo que estes (de momento) se encontram melhor posicionados para prestar apoio às empresas e assim tentar minimizar os efeitos provocados pelo abrandamento da economia.

No final de 2020, já existiam evidências que nos permitem afirmar que a quebra na atividade de M&A não seria tão pronunciada como anteriormente prevista. As expectativas atuais apontam para um crescimento significativo no número de operações de M&A concretizadas (assim como outras operações de reestruturação empresarial), sendo razoável afirmar que estas podem assumir um papel fundamental na resposta à disrupção que se fez sentir sobre os mais variados setores de atividade (sobretudo da parte do sell-side), e para dotarem as empresas de mais meios e competências para encarar a “nova realidade”.

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